EMUFRN realiza encontro de música e inclusão

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A música é capaz de estimular o desenvolvimento social e cultural das pessoas e pode ser uma ferramenta de auxílio no desenvolvimento psicológico e motor para a educação inclusiva. Com o intuito de discutir e ampliar as discussões na área, a Escola de Música da UFRN (EMUFRN) está com submissões abertas de trabalhos para o 9º Encontro sobre Música e Inclusão (EMI). O prazo vai até o dia 29 de maio. Neste ano, o evento adotou como tema Conectando conhecimento e boas práticas em Inclusão e Acessibilidade.

O EMI é um espaço para colocar as questões frente às particularidades das áreas da Educação Musical, é o que afirma David Barbalho, servidor administrativo e coordenador adjunto do evento. “Sabemos da necessidade de ampliar e fortalecer as discussões acerca da inclusão e acessibilidade para as pessoas com deficiência e necessidades específicas, bem como aprimorar as práticas, ações e recursos voltados a esse público, de modo a garantir condições plenas para o desenvolvimento de suas atividades e também no processo de ensino-aprendizagem”, explica.

Serão seis sessões temáticas para discutir o tema geral do evento: Inclusão das pessoas com deficiência: marcos regulatórios e políticas públicas direcionadas ao campo da educação musical; Práticas, recursos e tecnologias na Educação Inclusiva; Inclusão em contextos de ensino de música; Pessoas com deficiência, diversidade e interseccionalidadeInclusão e Acessibilidade nos contextos não presenciais de Ensino; Demandas e desafios para uma educação musical inclusiva.

A submissão de trabalhos para o evento, que será realizado virtualmente entre os dias 26 e 29 de julho deste ano, pode ser realizada pela Plataforma dos Anais do Encontro sobre Música e Inclusão. Serão aceitos trabalhos nas modalidades Comunicação oral, Pôster científico e Relato de experiência. Os aprovados, além de apresentados no EMI, serão publicados nos Anais do Encontro sobre Música e Inclusão. Os dez trabalhos na modalidade Comunicação Oral que receberem maior pontuação na avaliação por pares serão compilados e publicados como capítulos de um livro digital com um Padrão Internacional de Numeração de Livro (ISBN), organizado pela EMUFRN/SEMBRAIN/BPJD, com lançamento previsto para o primeiro semestre de 2023. Para saber mais, acesse o edital.

EMUFRN divulga processo seletivo para curso de musicalização infantil

Ana Lourdes Bal, com supervisão de jornalistas de Agecom/UFRN

A Escola de Música da UFRN (EMUFRN) publicou o edital para o curso Primeiras Notas – musicalização infantil, curso de extensão direcionado para bebês e crianças de 3 a 5 anos. As inscrições poderão ser realizadas pelo Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (Sigaa) nos dias 6 e 7 de dezembro.

Após criar um login para a criança, é necessário entrar no sistema para realizar a inscrição, se inscrever no “Curso Primeiras Notas” e, em seguida, na miniatividade que corresponderá à turma e instrumento para o qual pleiteia a vaga. Por exemplo, inscrição no Primeiras Notas e em seguida fazer inscrição em 3 a 4 anos – segunda-feira, 16h às 16h30. Os documentos necessários para a inscrição são o CPF da criança, RG do responsável e o laudo para crianças com necessidades educativas especiais. 

A seleção será por ordem de inscrição e é gratuita. A presença de um adulto é necessária durante a aula, que será remota. O resultado final será divulgado no dia 10 de dezembro. Para saber mais, acesse o edital.

Orquestra Filarmônica e Madrigal da UFRN realizam apresentação nesta terça

Ana Lourdes Bal de Agecom/UFRN

A Orquestra Filarmônica e o Madrigal da UFRN farão uma apresentação nesta terça-feira, 2, às 18h, na Igreja Nossa Senhora da Apresentação. O evento contará com a obra Réquiem, de Gabriel Fauré. Fauré foi um compositor francês reconhecido como um dos grandes nomes do Impressionismo.  

A regência é do professor da Escola de Música da UFRN (EMUFRN), André Muniz; o soprano, de Lúcia Tabita; e o barítono, de Fellipe Oliveira. O termo réquiem simboliza uma missa realizada para os mortos. A palavra vem do latim e significa descanso. “E a gente até quis fazer esse réquiem, mais do que nunca para não perdermos de vista as milhares de vidas que tivemos ceifadas ao longo deste ano e meio, quase dois anos. Não deixa de ser uma coisa de reverência à memória dos que se foram. Mas, ao mesmo tempo, uma coisa que é uma preocupação com o que se foi”, explica André Muniz.

“Escolhemos esse do Fauré, que é uma música muito calma, música de muita paz. E nós também temos a preocupação pelos que ficaram. É importante cultuar a memória dos que se foram, mas ao mesmo tempo também queremos acalentar, queremos trazer paz”, complementa.

André Muniz, Lúcia Tabita e Fellipe Oliveira

A recomendação do professor André Muniz é chegar cedo ao local para garantir a entrada, já que não haverá reservas de ingressos previamente. A igreja fica em frente a Praça André de Albuquerque, Centro.