Curso Primeiras Notas - Foto: Arquivo EMUFRN

Primeiro curso da EMUFRN para bebês e crianças abre inscrições amanhã

O Curso “Primeiras Notas” é destinado a crianças e bebês de 0 a 5 anos. A iniciativa é da professora Carolina Chaves Gomes e as aulas serão ministradas por alunos do curso de licenciatura em música.

O curso nasceu em 2020 com o intuito de servir como estágio supervisionado para estudantes em conclusão de curso. Hoje, atua de forma presencial na disciplina de Seminário em Educação de Música Infantil, servindo como um pequeno laboratório para os alunos que participam da disciplina.

Duas turmas serão abertas, uma de 0 a 3 anos e outra de 4 e 5 anos. É importante destacar que as inscrições começam amanhã, (16/06), e encerram no dia seguinte, sexta-feira (17/06) e devem ser feitas pela plataforma Sigaa. Os resultados serão divulgados na próxima semana.

A participação é gratuita e o processo de análise sobre as inscrições será feito pela ordem de inscrição, mas deve-se atentar para os requisitos propostos no edital.

Segundo a organização, a inscrição deve ser feita no nome da criança que vai participar do curso e não dos responsáveis.

“A importância é oferecer essas aulas de música para a comunidade de crianças entre 0 e 5 anos e que não faziam parte da comunidade atingida pela EMUFRN, e com esse curso, o público vai ser expandindo e atingir essas crianças. O curso é uma necessidade para o público da EMUFRN” disse Carolina Gomes, orientadora do curso.

Confira aqui o edital.



Capa Manuscrito - Foto: Arquivo EMUFRN

Acervo da EMUFRN começa processo de editoração sobre compositores

A ação faz parte do projeto “Pesquisa, catalogação, edição e divulgação de obras brasileiras para piano do século XX”, pela Escola de Música com orientação de Durval da Nobrega Cesetti. O projeto tem o objetivo de criar sítios eletrônicos na internet para compositores, contendo o catálogo de suas obras, informações biográficas, partituras editadas e gravações de suas obras. Dessa forma, permite que estes trabalhos possam ser divulgados amplamente entre a comunidade musical do país e no exterior. Além disso¸ o projeto de pesquisa reúne pesquisadores do Instituto Federal do Ceará (IFCE) e do Instituto Piano Brasileiro (IPB).

Oriano de Almeida e Waldemar de Almeida são os compositores que terão a catalogação e edição de suas partituras. Estas ficarão disponíveis na Escola de Música para alunos e professores dos cursos de Graduação e Mestrado da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Segundo Renan Grimaldi, bolsista do projeto, o trabalho iniciado pela Escola de Música é de grande importância, pois o acervo dos compositores cairia no esquecimento e poderia ser perdido. O projeto é uma forma de manter viva a memória de músicos e compositores ilustres.

A iniciativa almeja realizar uma pesquisa sobre obras de compositores brasileiros que incluam o piano, seja como instrumento solo ou em formações camerísticas, e que ainda se encontrem em manuscritos. Isso é fundamental em termos culturais, históricos e musicais.

“Meu trabalho nesse projeto é receber uma digitalização do manuscrito original e transcrever tudo em software de escrita e estação de partituras. Tudo que consta no original tem que estar na partitura que transcrevo. Às vezes surge uma ou outra dúvida, alguma rasura ou escrita que não é muito legível, mas o professor Durval está sempre disposto a ajudar com qualquer coisa. Depois que finalizo de transcrever tudo, reviso nota por nota, compasso por compasso e só então envio para o Durval, que revisa novamente e faz as devidas alterações e edições”, disse Grimaldi, bolsista do projeto.

Entre as edições já publicadas, está presente peças de Lydia do Amaral, canções de Tarsila do Amaral, os 20 Prelúdios Potiguares de Oriano de Almeida, canções completas de José Henrique Lins e uma peça de Silvio Deolindo Fróes e Achille Picchi.

O acervo já começou o processo de editoração e está disponível na página eletrônica da Escola. Veja abaixo um dos manuscritos de Oriano de Almeida editorado.

Confira outras edições já publicadas aqui.

Uso da máscara - Foto: Arquivo EMFUFRN

EMUFRN recomenda volta do uso de máscaras

Diante do aumento dos casos da Covid-19 e sintomas gripais no Rio Grande do Norte, a Escola de Música da UFRN ressalta a importância de continuar as medidas preventivas de conduta previstas pelo protocolo de Biossegurança da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGESP), com a finalidade de evitar o crescimento do contágio na EMUFRN.

Segue orientações dadas pela direção:

  • Apesar de não ser obrigatório na universidade, as autoridades de saúde voltam a recomendar o uso de máscaras em locais fechados, principalmente, em situações nas quais se esteja com sintomas gripais;
  • Qualquer pessoa que apresente sintomas da COVID-19, mesmo que leves, deve informar à chefia imediata ou à coordenação do curso e professor(es), quando se tratar de discente;
  • Todos (as) devem manter o isolamento social, ao apresentar os sintomas da COVID-19;
  • Servidores (as) e alunos (as) da residência universitária, deverão entrar em contato com a Comissão de Monitoramento COVID-19 (DAS) para orientação através do teleatendimento, ao apresentar quaisquer sinais e sintomas, através do serviço por meio do telefone (84) 99474-6679;
  • De modo necessário, as mãos devem ser higienizadas, ao chegar e ao deixar as dependências da EMUFRN, e sempre que houver deslocamento entre diferentes recintos. Para isso a EMUFRN dispões de totens com pedal e dispenser com álcool em gel, espalhados nos diversos ambientes do prédio;
  • Salientamos que para efeito do desenvolvimento das atividades acadêmicas e administrativas, prevalece o disposto na Instrução Normativa nº 021/2022-PROGESP, de 12 de maio de 2022, que estabelece o retorno de todos os servidores técnico-administrativos em educação, docentes e gestores da UFRN ao trabalho em modo presencial desde o dia 06/06/2022.

A Escola de Música permanece atenta quanto ao atual quadro pandêmico e mantendo contato com a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGESP), DAS e outros setores, em relação a possíveis mudanças no protocolo.

A diretoria pede a compreensão e colaboração de toda comunidade acadêmica, sobretudo em respeitar as medidas preventivas, para que possamos reduzir os riscos de contágio e poder conviver em um ambiente seguro.