O curso de Música da UFRN recebe nota máxima na avaliação do Guia da Faculdade do Estadão

No dia 25 de outubro foi publicada a terceira edição do Guia da Faculdade do jornal O Estado de S. Paulo, em parceria com a Quero Educação. O Guia da Faculdade é um guia completo dos cursos e faculdades mais bem avaliados do Brasil, são quase 16 mil opções. E o curso de licenciatura em Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte foi o único curso da classe que obteve 5 estrelas (excelente) em todo país, que é a nota máxima na avaliação. Já o bacharelado recebeu 4 estrelas (muito bom), sendo destaque entre todos os bacharelados qualificados.  

A metodologia utilizada pelo Guia da Faculdade, lançado em 2018, é a avaliação por pares: professores que atuam no Ensino Superior são convidados a avaliar a qualidade dos cursos. Neste ano, pela primeira vez, o coordenador de cada curso avaliado recebeu um questionário onde pôde apresentar as principais características da graduação, com foco em três aspectos: corpo docente, projeto didático-pedagógico e infraestrutura. 

O Guia pode ser acessado aqui. 

Orquestra Filarmônica e Madrigal da UFRN realizam apresentação nesta terça

Ana Lourdes Bal de Agecom/UFRN

A Orquestra Filarmônica e o Madrigal da UFRN farão uma apresentação nesta terça-feira, 2, às 18h, na Igreja Nossa Senhora da Apresentação. O evento contará com a obra Réquiem, de Gabriel Fauré. Fauré foi um compositor francês reconhecido como um dos grandes nomes do Impressionismo.  

A regência é do professor da Escola de Música da UFRN (EMUFRN), André Muniz; o soprano, de Lúcia Tabita; e o barítono, de Fellipe Oliveira. O termo réquiem simboliza uma missa realizada para os mortos. A palavra vem do latim e significa descanso. “E a gente até quis fazer esse réquiem, mais do que nunca para não perdermos de vista as milhares de vidas que tivemos ceifadas ao longo deste ano e meio, quase dois anos. Não deixa de ser uma coisa de reverência à memória dos que se foram. Mas, ao mesmo tempo, uma coisa que é uma preocupação com o que se foi”, explica André Muniz.

“Escolhemos esse do Fauré, que é uma música muito calma, música de muita paz. E nós também temos a preocupação pelos que ficaram. É importante cultuar a memória dos que se foram, mas ao mesmo tempo também queremos acalentar, queremos trazer paz”, complementa.

André Muniz, Lúcia Tabita e Fellipe Oliveira

A recomendação do professor André Muniz é chegar cedo ao local para garantir a entrada, já que não haverá reservas de ingressos previamente. A igreja fica em frente a Praça André de Albuquerque, Centro.

EMUFRN realiza VIII Encontro sobre Música e Inclusão

Ana Lourdes Bal de Agecom/UFRN

A Escola de Música da UFRN (EMUFRN), por meio do Setor de Musicografia Braille e Apoio à Inclusão (Sembrain), realizará o VIII Encontro sobre Música e Inclusão (EMI) entre os dias 12 e 15 de outubro, de forma virtual. O tema geral desta edição é Como anda a inclusão? Pessoas com necessidades educacionais específicas nos contextos não presenciais de Ensino. As inscrições para participar estão abertas e podem ser realizadas por meio deste site.

O evento tem como objetivo refletir as conquistas, os novos desafios da formulação e implementação de ações político-econômicas inclusivas da transversalidade da inclusão nas iniciativas na Música, junto à comunidade educativa e estudantil. A programação do VIII EMI envolve a realização de palestras, mesas-redondas, rodas de conversa, apresentação de trabalhos acadêmicos, oficinas e apresentações musicais. As transmissões das atividades serão realizadas via YouTube e Google Meet. 

“Hoje podemos dizer que o EMI é um dos principais eventos acadêmicos voltados às discussões acadêmicas sobre Educação Especial e Inclusiva na Educação Musical no país. É um espaço que vem se consolidando no compartilhamento de pesquisas, experiências, práticas e recursos voltados à inclusão das pessoas com deficiência e necessidades educacionais específicas na educação e performances musicais”, afirma David Barbalho, servidor da Biblioteca da Escola de Música e coordenador da ação. Para ele, a área vem ganhando cada vez mais fôlego e robustez, trazendo o aprimoramento e a garantia de processos mais qualificados de educação musical junto ao público. 

Atualmente afastada para o doutorado, a professora Catarina Shin está colaborando com David para a realização do evento. Ela coordenou o evento nos anos anteriores. “Diante da realidade que estamos vivendo, passou-se um ano e meio de pandemia que deu visibilidade a outras formas de exclusão vivenciadas pelas pessoas com deficiência e outras necessidades específicas que nos provocaram a pensar e agir para a solução dos novos desafios. Questionar a realidade é condição necessária, para que, a partir dela possamos traçar metas, buscar caminhos para a construção do ideal de sociedade que queremos, uma sociedade do respeito às diferenças, onde todos podem e devem desenvolver todo o seu potencial desde que caminhemos todos juntos”, afirmou a professora.

“Nesse ano, especificamente, o Evento traz para o centro das discussões os desafios e potencialidades da acessibilidade e inclusão nos formatos não presenciais de Ensino e Educação Musical. Trata-se de uma questão relevante, frente à necessidade de garantirmos que esses formatos sejam, de fato, inclusivos”, complementa David.

Saiba mais sobre o evento no site ou Instagram do EMI.