VII Festival Internacional de Violão de Natal começa nesta segunda, 15

De 15 a 20 de agosto de 2022 a cidade do Natal será palco de um festival de música para os estudantes e apreciadores da arte musical e do violão. A exemplo das edições anteriores, o VII FIVN trará para a Universidade Federal do Rio Grande do Norte – Escola de Música – e para a cidade de Natal, violonistas, e pesquisadores
do mais alto nível. Isto proporcionará a nossos alunos e público em geral, uma efervescência cultural como acontece nos principais centros culturais do Brasil e do mundo, com concertos,
master classes, oficinas e palestras com temas relacionados à música, ao violão e instrumentos similares como é o caso do alaúde.

Passamos por momentos difíceis por conta da pandemia que assolou o nosso planeta nesses últimos dois, quase três anos, onde tivemos muitos momentos de tristeza, mas também de aprendizado. Estamos retornando com esse projeto que tem dado muitos frutos, agora em sua 7a edição.

O VIIFIVN é um projeto de extensão da Escola de Música da UFRN e prossegue com parceiros como a Arte Musical, PAVIO (Paraíba Violões), Festival de Guitarra José Tomás (Espanha) e nesse ano formou uma importante parceria com a Prefeitura do Natal.

Na programação, teremos a abertura do Festival no dia 17 de agosto de 2022 com o concerto do renomado violonista brasileiro Marco Pereira com a premiada Orquestra Filarmônica da UFRN sob a batuta do maestro André Muniz. Além do concerto, Marco Pereira também realizará uma palestra sobre arranjos para violão e dará uma master classe para os participantes do Festival. A atração internacional será o jovem violonista espanhol Luiz Alejandro Garcia, vencedor do importante concurso internacional de guitarra (violão) José Tomáz que fará o seu recital no dia 18 de agosto. Confiram a programação completa no Instagram: vii_fivn e na página do evento: www.fivnatal.com.

Foto: Divulgação/EMUFRN


O Encontro de Música de Câmera, as Palestras e Oficinas

Na edição de 2022 o Festival traz duas novidades: o 1o Encontro de Música de Câmera com violão que é destinado a grupos de câmera e estudantes com experiência musical, e as Oficinas que darão oportunidade aos iniciantes participarem do evento. As Oficinas darão um importante impulso na divulgação da cultura musical e violonística e esperamos que possam prosseguir com seus estudos nos cursos de extensão oferecidos pela EMUFRN.

Para este Encontro de grupos musicais, para as palestras e oficinas, contaremos com a professora Dra.a Carla Santos (UFPB) e os professores Dr. Edyy Lincolln (IFCE), Dr. João Raone (UFRN), Me. José Paulo Pereira (IFCE) e Alexandre Siqueira (IMWA). Ainda nas oficinas teremos a monitoria de alunos e alunas de excelência dos cursos de graduação em música: Ailson Medeiros, Alexandre Eduardo, Beatriz Manaia, Natália Gonçalves, Andrielle Evelyn e o egresso Diego Carvalho.

O Festival está aberto; é pra todos e de forma totalmente gratuita. É a abertura para a música: é do apreciador, do estudante, do músico, de todos. Venha, aproveite e participe!

Por Prof. Eugênio Lima de Souza, coordenador do festival.

EMUFRN sedia o II Encontro de Orquestras Sociais

No período entre os dias 03 e 07 de agosto, a Escola de Música da UFRN sedia o II Encontro de Orquestras Sociais. Os grupos, provenientes de diversas cidades do estado, são formados por projetos sociais de música, que atendem por crianças e jovens, desenvolvendo práticas musicais baseadas na construção coletiva de conhecimento. No cerne de uma orquestra social, os processos educativos privilegiam práticas de aprendizagem que se desenvolvem a partir da convivência e das práticas coletivas, em que são contemplados aspectos musicais, culturais e humanos.

Essa perspectiva artístico-social fomenta o desenvolvimento de relações de afeto, e portanto o senso de coletividade; o estímulo a processos criativos e imaginativos; a exacerbação da sensibilidade auditiva, e
assim a empatia através da escuta do outro.

Outrossim, a observação atenta dos cenários musicais e pedagógico-musicais no Rio Grande do Norte revela o crescente aumento no número de jovens instrumentistas formados através de Projetos Sociais, caracterizando estes locais como verdadeiros berçários musicais. Indo além dos benefícios sociais e educacionais, alimentam cursos técnicos, graduações e o próprio mercado da música, fazendo girar a estrutura da economia criativa.

Foto: Divulgação/EMUFRN

A programação do II Encontro de Orquestras Sociais prevê a realização de aulas de violino, viola, violoncelo, contrabaixo, percussão, trompete, trombone, trompa, saxofone, fagote, flauta e oboé, além de ensaios da Orquestra do Encontro, formada por todos os alunos, recitais dos projetos e um Concerto de Encerramento, com a grande Orquestra do Encontro, no dia 06, às 20h, no Auditório Onofre Lopes, na Escola de Música da UFRN.

Nesta segunda edição, estarão compartilhando vivencias, aprendizados e muita música a Orquestra Sinfônica de Luís Gomes, Orquestra D’Amore ( Projeto Tocando a Vida com D’Amore), a Orquestra Filarmônica Pauferrense, Orquestra Infanto-juvenil Oficina de Sonhos ( ONG Oficina de Sonhos), Orquestra Ondas Musicais ( Marinha) e Filarmônica 24 de Outubro de Cruzeta (Associação Musical e Cultural do RN – Cruzeta).

O II Encontro de Orquestras Sociais é uma ação do Programa Sinos – Funarte, da
Universidade Federal do Rio Grande do Norte e Escola de Música da UFRN.

Confira o cronograma:

Filarmônica da UFRN vai realizar o Concerto “À Nordeste”

A Filarmônica UFRN realiza o Concerto “À Nordeste” no dia 16/07, sábado, às 18 horas, no Auditório Onofre Lopes, Escola de Música da UFRN. No programa, obras de Mario Tavares, Tonheca Dantas, Felinto Lúcio, Caio Facó e Cláudio Santoro, sob regência do Diretor Artístico André Muniz. A entrada é gratuita e as senhas poderão ser retiradas na Coordenação de Eventos da EMUFRN, a partir do dia 12/07, entre 9 e 16 horas. Este concerto especial antecede a viagem do grupo orquestral com destino à São Paulo, para realização de concertos na Sala São Paulo e em Capivari, durante a programação artística do 52º Festival de Inverno de Campos do Jordão, a convite da direção artística do Festival. 

Este é, sem dúvida, um momento ímpar na história da música no Rio Grande do Norte: um conjunto de jovens músicos, das mais diversas cidades do RN, muitos oriundos de projetos sociais, partilhando objetivos e trabalhando juntos, fazendo arte e celebrando a cultura nordestina, se apresentam na Sala São Paulo e no Festival de Campos do Jordão,  espaços que, para a Música Clássica no Brasil, são equiparáveis ao que representa o Maracanã no contexto do futebol.

Por Fábio Presgrave