Escola de Música da UFRN adere ao Programa de Gestão e Desempenho

Já está em vigor na Escola de Música da UFRN o novo Programa de Gestão e Desempenho (PGD). A partir desta adesão, a lógica de acompanhamento das atividades dos servidores passa a ser baseada nas entregas pactuadas no Plano de Gerencial da unidade, promovendo a melhoria da qualidade dos serviços. 

O PGD contempla as modalidades de trabalho presencial, com atividades realizadas na Escola, e híbrido, onde servidores poderão realizar parte de suas atividades remotamente. A transparência e a eficiência são pilares fundamentais para o bom funcionamento do novo sistema, por isso, os horários e as modalidades de trabalho de cada servidor, assim como os contatos para atendimento no período do seu expediente de trabalho presencial ou remoto estarão afixados nas portas de cada setor da EMUFRN.

Cada setor terá a sua modalidade definida de acordo com as suas características de trabalho. Para cadastrar as suas tarefas, os servidores passarão a utilizar um novo sistema de acompanhamento denominado POLARE, lançado no início do ano de 2023. O formato híbrido de trabalho é um sistema que se adequa às necessidades da unidade e será implementado em caráter experimental, visando que sejam preservadas a eficácia e a eficiência de todos os serviços à comunidade. 

Em caso de reclamações ou dificuldades de atendimento, qualquer pessoa pode encaminhar e-mail à direção da Escola de Música, por meio de formulário de contato disponível aqui.

Saiba mais sobre o Programa de Gestão e Desempenho (PGD)

https://www.gov.br/servidor/pt-br/assuntos/programa-de-gestao/nova-in-2023/guia-pgd/guia-pgd

O Programa de Gestão e Desempenho (PGD) é um instrumento de gestão que disciplina o desenvolvimento e a mensuração das atividades realizadas pelos seus participantes, com foco na entrega por resultados e na qualidade dos serviços prestados à sociedade. No âmbito do Governo Federal, foi instituído pelo Decreto n. 11.072, de 17 de maio de 2022. 

Na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), o PGD foi instituído pela Resolução n. 11/2022-CONSAD, de 30 de junho de 2022 e está instruído pela Instrução Normativa n. 31/2023- PROGESP, de 3 de agosto de 2023. Dessa forma, tem por finalidade disciplinar a execução das atividades da força de trabalho da Universidade, buscando a eficiência e a qualidade na prestação de serviços ao usuário(a).

Quais avanços esperados pela adesão da EMUFRN ao PGD?

A adesão ao PGD altera a lógica de gestão do desempenho dos(as) servidores(as) técnico-administrativos(as) da Unidade, passando a priorizar a entrega de resultados, qualidade de vida do(a) servidor(a) um maior alinhamento estratégico das atividades desenvolvidas pelo corpo funcional aos objetivos estratégicos da EMUFRN. 

Diretrizes que norteiam a implementação do Programa: I – alinhamento estratégico; II – planejamento; III – comunicação efetiva; IV – foco em resultados e expectativas claras e tangíveis; V – engajamento, autonomia e confiança; VI – foco no aprendizado e melhoria contínua dos processos de trabalho; VII – transparência, eficiência e responsabilidade; VIII – liderança; IX – integração do trabalho presencial e teletrabalho; X – preservação do convívio social e laboral; XI – qualidade de vida do servidor no trabalho. 

Quais as implicações da adesão ao PGD no atendimento à comunidade acadêmica?

Uma vez que o PGD regulamenta a possibilidade de realização das atividades em modalidade de teletrabalho, alguns setores e coordenações passarão a atender às demandas de estudantes e docentes por contato via telefone, e-mail e WhatsApp. Os setores que aderirem ao PGD irão dispor de uma sinalização clara dos horários de expediente e formas de contato com cada servidor(a). 

Eventuais dificuldades no atendimento e acesso aos servidores(as) da Unidade devem ser sinalizadas à gestão da Unidade, por meio do formulário de contato disponível neste link. 

Reitoria visita Projeto Aldo Parisot no Ceres

Williane Silva de Ascom-Reitoria

Foto: Cícero Oliveira

O projeto cultural Aldo Parisot, da Escola de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (EMUFRN), realizou uma apresentação na manhã desta sexta-feira, 11 de agosto, durante a visita do reitor José Daniel Diniz Melo ao Centro de Ensino Superior do Seridó (Ceres-UFRN). A iniciativa tem o objetivo de levar música clássica para o interior do Rio Grande do Norte.

Nas aulas, ministradas pela professora Marina Barnabé, são promovidas habilidades instrumentais em violino, viola e violoncelo, para meninas residentes na região do Seridó Potiguar. Atualmente, a turma tem cerca de 20 alunas, entre elas Raissa Manuele, de 14 anos, que estuda violino por gostar do som do instrumento. “Ele [violino] também me ajuda muito a desenvolver a criatividade e meus sentimentos”, explica.

A iniciativa é coordenada pelo professor da EMUFRN, Fábio Presgrave, e se insere no 5º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU), por contribuir com o fim da discriminação por gênero em todos os lugares até 2030. Nesse sentido, o reitor Daniel Diniz incentivou as estudantes a seguirem nos estudos da música, bem como em seus objetivos em outras áreas acadêmicas, dizendo que todas elas são capazes de aprender o que quiserem, se houver comprometimento e dedicação. 

Projeto

Como ferramenta formadora de músicos no RN, o Projeto Aldo Parisot busca trabalhar aspectos de cidadania e igualdade de gênero, assim como colaborar para a formação de novas lideranças locais e regionais. Além disso, participantes terão formação e experiências ligadas ao empreendedorismo, formatação de projetos na UFRN e parcerias internacionais.

Foto: Cícero Oliveira

Escola de Música recebe cantata cênica Cancioneiro Atlântico 

Larissa Araújo de Agecom/UFRN

Com o objetivo de produzir e de levar a todos os tipos de público espetáculos com obras vocais e corais inéditas e originais, o projeto The New Armorial Music Project (Namp) realiza a apresentação do Cancioneiro Atlântico na Escola de Música (EMUFRN). O evento acontece no sábado, 5 de agosto, no auditório Onofre Lopes, às 18h30, com entrada gratuita.

A obra se divide em dez movimentos, com duração aproximada de 45 minutos. Participam da apresentação Vladimir Silva, como regente; Coro de Câmara de Campina Grande (UFCG); Samara Andrade, soprano; Ionara Monique, mezzo-soprano; Alexandre Negreiros, tenor; Lucas Barreto, baixo; Romero Damião, flauta doce contralto; Bruno Barroco, flauta doce tenor; Raphaell Mota Alves, violão; Marely Dias, violoncelo; Victor Figueiredo, percussão; e Rodrigo Melo, percussão.

O Cancioneiro Atlântico é uma cantata cênica para quatro cantores e pequena orquestra, que pode ser interpretada por um coro misto acompanhado. Foi escrita por Danilo Guanais, compositor e professor da EMUFRN. O texto é baseado na combinação de duas culturas: a do Nordeste do Brasil e a da região de Trás-os-Montes, em Portugal. A obra combina a sonoridade Armorial com a das antigas cantigas medievais e renascentistas.

Na ocasião do concerto, estarão disponíveis também para compra os livros Canções para Sorrir e Sonhar, de Vladimir Silva e A Cidade e o Artista – A vida e obra de Samuel Sandoval da Fonseca, de Danilo Guanais. Os valores variam entre R$40 e R$100. 

The New Armorial Music Project (Namp), ou Projeto da Nova Música Armorial, é uma parceria entre o maestro e intérprete Vladimir Silva e o compositor Danilo Guanais. Os músicos resolveram consolidar a iniciativa, tendo como objetivo promover a nova música produzida no Nordeste brasileiro.